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A Míope

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Você não vai ter um estalo. Você não vai falar sobre aquilo e sentir que agora entende o destino. Mas você vai precisar falar. Ou o mal vai percorrer ainda mais do seu corpo.

Você vai parecer indiferente. Mas o toque gelado vai permanecer em você. E você vai seguir em frente. Mas a dor continuará grudada em seu peito. E você não saberá o que sente, nem mesmo quando contar a alguém. Mas você precisará contar a alguém. E esse alguém precisará fazer-lhe voltar no tempo e mudar a trajetória da bala.

Não importa se a mudança nunca se dê na realidade. Sua mente acreditará que se deu.

E, ainda assim, você não vai ligar todos os pontos. Mas vai sentir que o inchaço diminuiu. Vai sentir que aquele roxo na pele se amenizou, mesmo que ainda não saiba de onde ele veio.

E você vai entender que você se reconstruiu depois daquilo. E você vai ver que talvez não tenha se reconstruído de forma ao todo saudável.

E você vai continuar lutando em seu corpo, com seu corpo, contra ele. E ainda não vai sentir a conexão completa. Mas, pelo menos, você sentirá que existe uma esperança.

Sempre existe uma esperança.
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Este é o primeiro post da seção "Desventuras de Mr. Paul". A seção desventuras de Mr. Paul faz referência ao ilustre personagem da série "Desventuras em Série", o atrapalhado e ingênuo advogado dos Órfãos Baudelaire. Nela pretendo trabalhar temas de direito - minha formação - e realizar, em alguns momentos conexão com a literatura. Não quero me estender, mas creio a literatura seja uma forma excelente de transmitir ensinamentos de direito para os leigos, formando uma sociedade mais consciente. Assim, inicio com parte da conclusão do meu TCC, que foi sobre direito e literatura, abordando o tema: "O Direito à Verdade sob a óptica da obra distópica '1984' de George Orwell".

A proposta do meu trabalho de conclusão de curso consistiu em realizar análise de tema importante ao mundo jurídico – o direito à verdade – através da obra “1984” de George Orwell. Embora fictícia, a distopia possui teor imenso de elementos relevantes ao estudo da sociedade. Não somente é uma crítica ao cenário bélico do século XX, como uma rica fonte de discussão acerca da violação e do cerceamento de direitos.   [Continuar]
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Era estranho olhar para a tela do celular e não receber mensagens de alguém. Era costume andar com o aparelho em mãos e rir para a tela ou fazer cara de cansaço, mas sempre me colocar a digitar prontamente. Não era dessas que tardava a responder, pois tinha ansiedade de fazer logo aquilo que devia ser feito. E meu hábito era tanto, que fazia com tantos. Fiz com ele, depois com ela, depois contigo. E numa bola de neve me colocava nessas relações de mensagens instantâneas.

O problema é que o instantâneo não era suficiente numa vida constante. Eu queria coisas que não pedia através de textos escritos. Eu era subliminar. Eu não colocava minha foto na rede, mas esperava reconhecimento. Você não, estava de cara e corpo exigindo cada vez mais, como se eu fosse propriedade de sua inconstância. E assim foi com ele, depois com ela, depois contigo.   [Continuar]
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